quinta-feira, 16 de julho de 2009

Vó, Mãe, Tia... já não sei... Não tem

Não quero descer
Me toma um medo
De faltar-lhes o respeito
E agora como posso eu sair daqui?
Deve de estar tudo turvo
Como uma névoa que plana sem horzonte certo
Medo, corpo, solidão
Plenitude, alcorão

Tá tudo errado
Os africanos festejam esse dia
E nós aqui
Eu com receio de vê-los
E eles sem o chão a que pisar